26/06/2014

2 Coríntios 10:12-18


Paulo não se atrevia a comparar-se com seus acusadores. Eles se louvavam a se mesmos, falavam comparando-se a se mesmos.
Paulo não se passava dos limites, respeitava o campo de ação que o Senhor lhe tinha concedido, os Coríntios.
Paulo baseava sua autoridade por haver sido ele quem começou a obra em Corinto, não era um aproveitador fortuito.
Paulo respeitava os trabalhos alheios, feitos por outros obreiros, ele não interferia.
Paulo queria o crescimento e maturidade dos Coríntios para continuar desenvolvendo a obra entre eles.
Paulo via mais além de Corinto, com a intenção de chegar a outros povos, não querendo entremeter-se noutros campos para não gloriar-se como se fossem seus.
Que seu orgulho seja crer no Senhor.
Aquele que se louva a se mesmo não é aprovado, mas aquele que Deus louva, esse sim.
Hoje, que podemos pensar daqueles que autonomeiam ou os nomeiam o apóstolo da cidade ou do país onde mora.
Profecias que procuram o engrandecimento dum individuo e outorgar-lhe o direito único e exclusivo sobre um determinado território ou ministério, acho ridículo.
E também impossível, nenhum líder por mais eficaz que seja conseguirá ganhar uma cidade inteira para Cristo, menos um país, é pura arrogância igual a aquela que Paulo assistia na sua época.

Pensa nisto.

40 ANOS

Moisés é o homem dos 40 anos. Foi criado no seio dos egípcios como um deles (Atos 7:22) até aos 40 anos. Foi levado ao deserto à ...