Paulo não se atrevia a comparar-se com
seus acusadores. Eles se louvavam a se mesmos, falavam comparando-se a se
mesmos.
Paulo não se passava dos limites,
respeitava o campo de ação que o Senhor lhe tinha concedido, os Coríntios.
Paulo baseava sua autoridade por haver
sido ele quem começou a obra em Corinto, não era um aproveitador fortuito.
Paulo respeitava os trabalhos alheios,
feitos por outros obreiros, ele não interferia.
Paulo queria o crescimento e maturidade
dos Coríntios para continuar desenvolvendo a obra entre eles.
Paulo via mais além de Corinto, com a
intenção de chegar a outros povos, não querendo entremeter-se noutros campos
para não gloriar-se como se fossem seus.
Que seu orgulho seja crer no Senhor.
Aquele que se louva a se mesmo não é
aprovado, mas aquele que Deus louva, esse sim.
Hoje, que podemos pensar daqueles que
autonomeiam ou os nomeiam o apóstolo da cidade ou do país onde mora.
Profecias que procuram o engrandecimento
dum individuo e outorgar-lhe o direito único e exclusivo sobre um determinado
território ou ministério, acho ridículo.
E também impossível, nenhum líder por
mais eficaz que seja conseguirá ganhar uma cidade inteira para Cristo, menos um
país, é pura arrogância igual a aquela que Paulo assistia na sua época.
Pensa nisto.