Todas as pessoas, incluindo os cristãos tomam
decisões a cada dia, fazer o justo ou não.
Quando falamos de pessoas sem Deus, não digo todas,
mas a maioria se rege por valores relativos, a própria natureza corrompida do
ser humano faz com que sua inclinação seja a procura do que convém;
infelizmente as vezes alguns cristãos continuam a reger-se nesse padrão de
vida.
O cristão deve ter a consciência de que Deus está
presente em todo momento, Ele não se ausenta, nem faz vista grossa a decisões
erradas que tomemos, Ele vê todo e observa nossas escolhas.
O teste que enfrentamos é especialmente quando
estamos sozinhos e ninguém humanamente falando nos observa, aquilo que fazemos
ou deixamos de fazer propositadamente, isto chamasse omissão.
Há coisas que não são justas, mas nossa vida não
deve agir em base as injustiças ou abusos que outros realizem. Explico-me com
um exemplo simples: se o governo estabelece um imposto exagerado sobre algo,
diríamos que é injusto porque não visa a situação económica das maiorias ou o
governo prometeu não subir determinado imposto, mas no fim subiu. O dever do
cristão é pagar-lho, não evadir-se ou simplesmente não pagar, que cedo ou mais
tarde trará repercussões, como uma multa ou juros e a coisa ficará pior.
Não se trata de contrariar todo o que é injusto,
porque no mundo que vivemos há muita injustiça e não podemos cada vez que
enfrentamos uma injustiça ou abuso tomar a posição de não fazer nada, porque no
fim acabamos como eles.
Jesus ensinou a perdoar nossos inimigos, a andar
uma milha a mais, a não dever nada a ninguém, a dar a quem te pede; noutras
palavras a fazer todo o que é justo. A ti a mim não nos interessa se o outro ou
os outros fazem mal, nós devemos fazer o justo.
No final o que interessa é a apreciação que Deus
tem de nós como seus filhos, Ele quer ver-nos fazer o justo, não importando as
circunstâncias, sejam justas ou injustas.